segunda-feira, 16 de junho de 2008

O PMDB NÃO SE RENDE, NÃO SE VENDE. O PMDB NÃO TÊM DONO.


Algumas pessoas se acham DONAS do PMDB.
Não é bem assim.
A verdade é que andam meio assustadas por terem demorado em perceber que o Partidão, decidiu em sua maioria, que não mais servirá de trampolim para alguns aqualoucos, que até agora se divertiram em dividir entre si as hostes peemedebistas.
O PMDB é um exército, sim. Mas, atualmente, é um exército que renega pessoas que acreditavam piamente serem seus comandantes. O PMDB não têm preço e, seus filiados não estão dispostos a acatarem ordens de quem acha que manda e, sim de quem realmente manda.
Um peemedebista não se vende, não se rende. Ele vive por aquilo que é: homem íntegro, que luta para proteger os seus e não alguns poucos.
Eu, passarei, todos nós, passaremos e, o PMDB permanecerá.
O PMDB, partidão que é, têm recebido inúmeros flertes, mas nenhum deles se compara a proposta de casamento com o DEM e que é o desejo de todo namorado: segurança,isonomia, autonomia, vice- prefeito, proporcionalidade, secretarias, diretorias e cargos em confiança.
Uma outra proposta de casamento chegou: quero me casar com você, mas não espere nada de mim. Pouco tenho para te oferecer, a não ser para as mesmas pessoas que já estão aqui. O pior da proposta deste pretenso namorado é a de impor condições para casar: só me caso se meu vice for "fulano".
Proposta indecorosa de quem tem certeza que vão entregar o que comprou....cuidado para não ter adquirido produto paraguaio. Não há garantias...muito cuidado.
Além do mais, o PMDB é dos seus filiados, meu caro senhor!
Quem é o senhor para exigir alguma coisa? Se acha dono do Partidão? Ou alguém o fez acreditar que é o feitor?
Já lhes afirmei antes: o PMDB não tem dono e, se existe alguma dúvida, aguardem o dia 21.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS VISITA ITAPEVA



É com um enorme orgulho que a Cidade de Itapeva recebe no dia de hoje, a visita do terceiro nome na sucessão brasileira, Deputado Arlindo Chinaglia, Presidente da Câmara dos Deputados.
Amanhã o nobre parlamentar estará participando do Programa Transparência onde debaterá sobre "Verbas Públicas", um assunto de grande interesse para nossa Cidade e Região.

Seja bem vindo, Deputado, sua visita em muito nos honra.

Veja aqui a sua biografia:

Arlindo Chinaglia (PT-SP). Médico, 57 anos, foi reeleito deputado federal em 2006 para seu quarto mandato consecutivo. Recebeu 170.008 votos.

Na legislatura passada, destacou-se por sua atuação como líder do PT (2004-2005) e líder do governo (2005-2007) na Câmara dos Deputados, quando trabalhou ativamente e influiu na aprovação de importantes proposições legislativas.


Pelo trabalho de fiscalização no uso do dinheiro público, Chinaglia tornou-se em 1997 presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados.

Durante os dois primeiros mandatos, Chinaglia atuou prioritariamente na Seguridade Social: revelou à sociedade os maiores devedores do INSS e participou intensamente do debate da reforma da Previdência na comissão especial da proposta de emenda à Constituição nº 33/95.

A militância em sua área profissional tornou o deputado referência nos temas ligados à Seguridade Social. Integrou a CPI da Fabricação de Medicamentos e a comissão especial que regulamentou os planos de saúde, dentre outras. Arlindo Chinaglia foi presidente do Sindicato dos Médicos do Estado de São Paulo e também presidiu o PT e a CUT estaduais. Foi secretário-geral do PT nacional, do qual é fundador. Formado pela UnB (Universidade de Brasília), é especializado em saúde pública e radiologia.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

NAMORADOS

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namoro de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.
Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas, namorado, mesmo, é muito difícil.
Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda, decidida ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.
Quem não tem namorado, não é que não tem um amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes, mesmo assim pode não ter um namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa, que ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade.
Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugida ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas: de carinho escondido na hora em que passa o filme: de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer cesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d'agua, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos e musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado.
Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz.
Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo, e quem tem medo de ser afetivo.
Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e de medo, ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras, e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada, e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo da janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteira: Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido. Enlou-cresça.




Carlos Drummond de Andrade

Minha namorada, minha companheira...meu amor.


Lá se vão 3 anos que estamos juntos e, eu, eu só tenho que te agradecer.
Você que esteve sempre por perto quando precisei, mesmo eu ainda estando atordoado.
Que ajudou a remontar os cacos em que minha vida havia se transformado quando eu já não tinha mais ânimo para isso.
Você se transformou em meu porto seguro em meio a tempestade.
Você que é, para mim, a pessoa mais linda do mundo.
Uma pessoa que tem um coração do tamanho do mundo e que, me ensinou que sempre há uma saída para tudo.
Você que se tornou a mãe que o Tatá tanto precisava e, a quem ele ama de todo coração, bastando olhar nos olhinhos dele para sentir, o quanto ele te ama quando fala de você.
Nesta data, não poderia deixar de prestar-lhe esta homenagem, minha namorada, minha companheira, meu amor.
Obrigado por ter entrado em nossas vidas.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

CURIOSIDADE POLÍTICA: VEREADORA COM UM ÚNICO VOTO

O Brasil é um país extremamente curioso.
Imagine você conseguir ser eleito com apenas um voto: o seu.
Pois bem, é verdade.
Carmem Santos, candidata a vereadora pelo PSB a Câmara de Pau d'Arco-PI, obteve na eleição de 2004 apenas um voto. Mesmo assim foi diplomada como segunda suplente e, na semana passada foi empossada, pois o vereador eleito foi cassado e o primeiro suplente faleceu.
Apesar de ser casada, ter família numerosa, a vereadora não sabe explicar o que ocorreu para que ela tivesse obtido um único voto. Prefere acreditar que os mesmos tenham se confundido na hora de votar.
É candidata a reeleição e espera, desta vez, melhor sorte...mais ainda?

sexta-feira, 6 de junho de 2008

HONRA, HONESTIDADE, DIGNIDADE, ESSAS COISAS NÃO TEM PREÇO.









Como homenagem aos cem anos da imigração japonesa, resolvi passar a usar alguns ideogramas “kanjis” para marcar meus assuntos neste blog.
Como estamos nos aproximando do mês de outubro, mês de eleições municipais, decidi usar o ideograma acima, pois não há no mundo político outra forma de ser livre, respeitando-se, é claro, as legislações vigentes.











Em Itapeva, nestes últimos dias, dias que antecedem a data inicial das convenções partidárias para decisões sobre o futuro, têm sido marcados por uma prática pouco recomendável: o aliciamento a membros de diretórios.
Explico.
Tornou-se público a prática de procurar membros com direito a voto nas próximas convenções do PMDB. Mas, o que seria normal dentro do processo democrático, algumas pessoas ligadas a atual administração ao invés de apresentarem uma proposta, de explicar as razões pela qual defendem a continuidade da aliança com a atual administração, apresentam argumentos que deveriam ser pouco ortodoxos em um processo democrático mas que, a bem da verdade é prática comum: a oferta de vantagens política e financeiras.
A primeira seria até aceitável, uma vez que no ninho político que freqüento a tão pouco tempo, foi perceptível o jogo de interesses pessoais de alguns. A segunda, no entanto, é tudo aquilo que qualquer cidadão deve menosprezar, apesar de saber que existe e é, até certo ponto comum.
Assim, alguns membros do PMDB, tomaram a iniciativa de “visitarem” os convencionáveis, oferecendo-lhes vantagens que, no fundo, no fundo, não são vantagens, mas direitos adquiridos dos mesmos. Assim, acenam com a possibilidade de a Prefeitura pagar os precatórios a que essas pessoas têm direito, desde que na próxima convenção estes votem a favor de uma aliança com o PSDB.
O pior de tal prática é o fato do Sr Prefeito tê-lo feito pessoalmente em alguns casos, expondo-se de uma forma, além de infantil, burra. Talvez tenha se olvidado da posição que ocupa, que é, em nosso município, a figura pública maior e que deveria ser o exemplo e maior defensor do processo democrático.
Pior do que prometer e não cumprir (hábito da atual administração), é condicionar o pagamento dos precatórios que alguns membros do diretório do PMDB têm a receber da Prefeitura Municipal, da proposta de continuidade da parceria com a atual administração.
Aliás, seria de bom tom explicar o que acontece dentro do PMDB.
Com exceção daqueles que possuem interesses econômicos vitais para defenderem a continuidade, uma grande parcela do PMDB, bem como o PT, sentiu-se traído pela atual administração. Foram feitas inúmeras promessas aos dirigentes do partido que não se concretizaram. Cumpriram-se apenas aquelas que beneficiaram as mesmas figuras de sempre.
Dizem que todos têm um preço. Eu, porém, quero continuar a crer que existem certas coisas que não estão, nem nunca estarão a venda, como por exemplo, a dignidade, a honra e o caráter de uma pessoa. Sei, que é prática comum querer vantagens pessoais no meio político municipal, mas prefiro acreditar que as pessoas se envolvem no mundo político para defenderem e trabalharem pelo interesse público, do povo, para o povo e, pelo povo.
A bandeira empunhada pela ala peemedebista que não quer a continuidade dessa aliança demagógica e fisiologista com a atual administração encontra, dia a dia, eco nos anseios de muitos outros membros do partido. São novos e antigos filiados, lutando para por fim a essa alcunha dada ao PMDB. Esse gigante que sempre foi um dos ícones políticos do Brasil, mas que trás enraizado em suas entranhas um mal oriundo nos idos tempos da ditadura militar e que precisa, necessariamente, por uma questão de sobrevivência, rever seus conceitos políticos. O PMDB Itapevense, que já foi chamado de mal amado, que já foi chamado de tudo, está tentando se reerguer, mas encontra em alguns de seus próprios membros, o obstáculo que o impede de voltar a ser grande, não em tamanho, mas em honradez. O pior é saber que esse obstáculo tem origem na premissa do favorecimento pessoal, coisa que grande parte dos partidários estão dispostos a repudiar no dia da convenção.
É preciso pensar no PMDB de Itapeva e não mais no próprio umbigo. É necessário pensar grande e esquecer dessa espécie de relação promíscua que persiste até hoje entre a administração e algumas pessoas ligadas ao Partidão.
Apoiar um lado, qualquer que seja ele faz parte dos princípios democráticos. Mas quando, dentro desse processo democrático, algumas pessoas passam a utilizar meios pouco ortodoxos, como tentar comprar votos de membros de diretório – deveriam ser a exceção, jamais a regra – para obter o que desejam, nota-se que ainda existem resquícios de uma política coronelista em nosso meio político.
Esquecem-se os autores da proeza que do outro lado existem pessoas honradas, que não aceitam subornos. Pessoas íntegras que lutam por um direito e não por um favor, pois pagar precatórios é obrigação do devedor. Aliás, por falar em protelação...dinheiro para pagar os credores dos precatórios não existe, mas para propaganda, ah, para isso, sobra no caixa municipal.
Caro companheiro e PMDB, se você recebeu esse tipo de visita, seja cortês, seja educado, mas pergunte se o pagamento é imediato. Se você, companheiro, recebeu a proposta de receber uma secretaria, uma diretoria, também ouça a proposta de forma educada, mas pergunte-se se haverá realmente sinceridade na proposta. Pergunte-se se o preço não é baixo demais, pergunte-se se você, que já sobreviveu até hoje sem essas benesses, irá se valorizar como pessoa ou está passando o chapéu pelas ruas para viver., porque pior que sobreviver ao dia a dia, mas poder colocar a cabeça no travesseiro e poder dormir em paz, não tem preço, muito menos credicard.
DIGNIDADE, HONRA, CARÁTER NÃO SE COMPRA, NEM SE VENDE SENHORES, MUITO MENOS AO CUSTO DE SE MANCHAR A BANDEIRA DA DEMOCRACIA.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

SE O TELHADO É DE VIDRO....




Nunca neguei que voltei para Itapeva há pouco mais de quatro anos, mas isso não dá o direito a ninguém de questionar meu amor pela Cidade. Não dá razão á ninguém de questionar meu direito de cidadão em cobrar que se olhe com maior carinho para ela, pois o daquele termina quando o meu começa. Não dá o direito de afirmarem que “nem bem chegou à cidade e já quer resolver os problemas”.
Minha resposta para essa afirmação tem como fundamentação minha bandeira e minha luta em tentar fazer com que, os homens públicos locais, façam por meus conterrâneos um algo mais, algo mais próximo daquilo que fazem para si próprios e em detrimento do restante da população.
A afirmação é de uma ignorância tamanha que nem mereceria resposta. Mas como a deixa foi dada, cabe aqui afirmar que, antes ver em pouco mais de quatro anos, todos os erros cometidos por esta e por administrações anteriores, que permanecer cego por mais de 40 anos.
Vem-me a mente, guardadas as devidas proporções, a célebre frase de John Fitzgerald Kennedy: “Não pense naquilo que seu país pode fazer por você, mas no que você pode fazer por seu país”.
Afirmar que, daqui para frente, o lema a ser seguido será o do “bateu, levou”, depende muito de quem vai bater. Para bater é necessário olhar para seu próprio passado, pois somente aquele que nada tem a esconder, somente aquele que procurou pautar sua vida pela honestidade, pela hombridade, pode ter razão em discorrer sobre a vida de outrem.
Ao querer diminuir alguém, é preciso ter em mente todos os erros que cometemos no passado. Se o que temos hoje, não foram frutos de nossa exploração à terceiros. Para que se ataque alguém com palavras mais ofensivas, é preciso que uma pessoa olhe para trás e não veja mácula em seu passado. Não tenha se envolvido em falcatruas, não tenha explorado ninguém e, o mais importante, não tenha enriquecido tirando dos necessitados.
Essa espécie de Robin Hood às avessas, que tira do pobre para se enriquecer ainda mais, que se acha amparado pela posição social que ocupa, que se acha dono daquilo que não possui e, pior, se acha respeitado, encontra-se em extinção por essas paragens.
O viúvaldino que ameaça, um dia terá que acertar suas contas com Deus. A natureza não perdoa, ela é incremente. O tempo é cruel, não pára e, a vida, ah a vida, vai passando e, chegando ao seu derradeiro momento e quando ela se esvair de nosso corpo, o acerto de contas estará por vir.
Portanto, antes de jogar pedras para cima, precisamos verificar se nosso telhado não é de vidro. Se o golpe desferido não se tornará em contra golpe capaz de nos ferir, moralmente falando, de morte, pois morrer moralmente é o mesmo que morrer em vida.
Portanto, ameaças verbais só devem e, podem, serem proferidas por pessoas que possuam um elevado status moral e caráter ilibado, correndo-se o risco de, mais uma vez, o passado negro vir à tona e, nos tragar para o limbo.